cochila e espera desde sempre.
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
PARA VOCÊ GANHAR BELÍSSIMO ANO NOVO COR DE ARCO-ÍRIS...
cochila e espera desde sempre.
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
SIMPLESMENTE FELIZ NATAL!!!
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
FÉRIAS, VIAGENS... CAMPANHA GLOBAL PASSAPORTE VERDE
Trata-se de uma iniciativa que visa disseminar um conjunto de informações e de dicas de consumo consciente no turismo. O lema da campanha "Passaporte Verde, Turismo Sustentável por um Planeta Vivo" é um apelo para o exercício da cidadania ambiental global e visa influenciar o turista a assumir o seu papel como um agente que pode contribuir para a conservação do meio ambiente, buscando um relacionamento saudável com a natureza, com as comunidades e com a cultura dos destinos turísticos que visita.
Com a implementação dessa campanha, o Brasil desencadeia um movimento global para estimular uma demanda positiva por produtos e serviços turísticos eficientes do ponto de vista ambiental, induzindo também o setor do turismo e toda sua cadeia produtiva a incorporar práticas socioambientais corretas.
O website Passaporte Verde (também disponível em francês e inglês) é uma das ferramentas que os turistas têm à disposição para conhecer melhor os impactos positivos ou negativos de suas escolhas pessoais e de seu comportamento antes, durante e depois de viajar.
Lá você vai encontrar dicas que vão ajudá-lo a viajar como um turista consciente, incluindo a escolha do destino, o que levar e o que não levar na bagagem, como se locomover, onde se hospedar, onde comer, como se divertir, o que trazer e o que não trazer, além de recomendações sobre como se comportar durante o convívio com diferentes populações e ecossistemas.
E boa viagem!!!
Leia mais: http://www.passaporteverde.gov.br/
terça-feira, 30 de novembro de 2010
SAIBA QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS TEMAS DAS NEGOCIAÇÕES DURANTE A COP-16 EM CANCÚN
A 16ª Conferência das Partes da Convenção do Clima da ONU começou nesta segunda-feira em Cancún, no México, com a ambição de dar impulso e credibilidade a difíceis negociações, após a decepção de Copenhague, há um ano. Tropas do exército e policiais mexicanos, apoiados por três navios de guerra, participam do esquema de segurança em torno ao hotel Moon Palace, um complexo em frente ao mar, onde está sendo realizada a conferência que encerra somente em 10 de dezembro. Abaixo a lista dos principais temas na mesa de negociação durante a conferência em Cancún, no México, sobre mudanças climáticas:
1. Redução das emissões de gases de efeito estufa devido ao desmatamento (20% do total)
Cancún pode tornar efetivo o mecanismo Redd+, que consiste em pagar compensações financeiras aos países que reduzirem o desmatamento ou a degradação de suas florestas. A Conferência de Copenhague conseguiu praticamente um acordo, mas faltam questões complexas por definir, como o financiamento deste ambicioso dispositivo.
2. Fundo Verde
Os países industrializados se comprometeram em Copenhague a mobilizar US$ 100 bilhões por ano até 2020 para alimentar este fundo, iniciativa do México, destinado aos países mais pobres. Mas sua gestão é objeto de debate: os países em desenvolvimento querem que dependa da ONU, enquanto outros, como Estados Unidos, pedem que goze de maior independência.
3. Fixar os compromissos de redução de emissões de gases de efeito estufa
Segundo o Acordo de Copenhague, os países industrializados e as nações em desenvolvimento submeteram à Convenção Marco das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (CMNUCC) seus objetivos e ações em termos de cortes de emissões de CO2 até 2020. Estas promessas não têm caráter vinculativo e a conferência de Cancún deverá buscar uma fórmula jurídica para fixá-las legalmente. Apesar de tudo, as promessas feitas até agora são insuficientes para limitar a 2º C a alta da temperatura média do planeta.
4. Verificação dos compromissos alcançados
O controle dos esforços realizados para reduzir as emissões de CO2 é um dos temas mais espinhosos da negociação. A China, principal emissor mundial, é particularmente reticente ao controle exterior de seus planos climáticos, um aspecto no qual, entretanto, insiste outro grande emissor, Estados Unidos.
5. Protocolo de Kyoto
Os países em desenvolvimento se preocupam com a falta de atenção dedicada a um eventual segundo período de compromissos sob o Protocolo de Kyoto, cuja primeira etapa expira no final de 2012. Ante a dificuldade para concluir um novo tratado vinculativo, estes países insistem em conservar o único instrumento legal existente que impõe obrigações cifradas em matéria de emissões de gases de efeito estufa aos países industrializados (com exceção dos Estados Unidos, que nunca o ratificou).
6. Mecanismos de transferência de tecnologia
Trata-se de ajudar os países mais vulneráveis a ter acesso às tecnologias que permitem reduzir as emissões de CO2 (energias renováveis, por exemplo) e adaptar-se aos inevitáveis impactos das mudanças climáticas. Cancún poderia aprovar a criação de um comitê sobre tecnologia, que seria responsável por centralizar e divulgar esta informação.
Fonte: Caderno Ambiente do jornal Folha de São Paulo de 29/11/2010
sábado, 27 de novembro de 2010
NESTE NATAL, O NOSSOS MELHORES PRESENTES PODERIAM SER...
- respeitar a sua real tradição e resgatar a sua essência.
- economizar o tempo no shopping e dispensar mais tempo visitando velhos e queridos amigos.
- otimizar nosso dinheiro com presentes significativos, pensando no valor afetivo e não no valor monetário.
- degustar uma refeição boa e simples e consequentemente desperdiçar menos comida em ceias absurdamente excessivas.
- brindar o amor e a paz e não encher a cara e causar desconforto e constrangimento entre as pessoas que nos admiram e nos querem bem.
- agradecer a sorte de ter família, amigos e afins, mesmo que hajam e diferenças a resolver.
- ser mais gentil com os mais velhos, ouvir e aprender com eles, com carinho.
- ter mais paciência com os mais jovens e não julgar todos seus atos como rebeldia.
- ser mais atenciosos com as crianças, brincar com leveza e criatividade alguns minutos que seja.
- confraternizar mais reclamar menos, ter mais generosidade, tolerância, paciência e carinho com o próximo.
- refletir no modelo que foi o Cristo, sem pensar em religiões ou dogmas, mas na pessoa que perdoou sem distinção, tratou todos da mesma forma, sem preconceitos, falou numa linguagem simples e que se fazia entender, fez o voto de pobreza e sobreviveu com o essencial até morrer sem questionar ou culpar a ninguém pelas suas mazelas.
Por uma Natal menos consumista e com menos desperdício e ostentação, com mais caridade, união, simplicidade, compreensão, amor e igualdade!
Isso sim seria um feliz Natal para todas as pessoas!
(Texto escrito por mim no ano passado e reescrito este ano porque ainda é o presente que eu desejo a todos nós neste Natal)
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Sustentabilidade, falar sobre ela é facil
... Já, entendê-la e colocá-la em prática, é outra questão!!!
Os debates acalorados sobre essa tal sustentabilidade parecem não ter fim. As pessoas ainda nem entederam os seus principais fundamentos, mas já se declaram sustentáveis.
Empresas que pelo simples fato de realizarem alguma ação filantrópica já se declaram sustentáveis. Plantar arvores então é a bola da vez, esquecendo que sustentabilidade é muito mais amplo e profundo.
Claro que a filantropia é necessária, mas ainda não é sustentabilidade. Claro que plantar arvores é necessário, mas de forma pontual, também não é sustentabilidade. Sustentabilidade é algo muito mais amplo e sinérgico. Mais profundo e sistêmico. Não há sustentabilidade isolada. Ela é por natureza, compartilhada e multidicisplinar incentivando o diálogo entre setores, pessoas e governos.
Sustentabilidade - "É o princípio da lógica e coerência para a preservação da vida e do bom relacionamento do homem com o meio. Atualmente com um olhar mais profundo, agregando e reconhecendo a importância dos pilares sociais e ambientais, além do econômico".
A sustentabilidade é lógica, justa e coerente. Pense nisso com profundidade.
http://www2.uol.com.br/vyaestelar/sustentabilidade_banal.htm
P.S. Artigo retirado do site vyaestelar (e concordo em gênero, número e grau!).
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
O DIA DA CRIANÇA E O CONSUMISMO



sexta-feira, 17 de setembro de 2010
CONTAGEM REGRESSIVA
Olá!!! Estive um pouco sumida, me concentrando em escrever um projeto de educação voltado para artes e confesso que isso sugou todo o meu potencial criativo nesses últimos 30 dias. Ou poderia até dizer que esse potencial foi todo direcionado para a elaboração do projeto, pois é a primeira vez que faço isso tudo sem uma equipe, ”quase” sozinha.
Quase sozinha porque tive ajuda de um grande amigo, o Marcelo Braggion, que foi quem me incentivou a iniciar todo o processo, e foi o co-autor de muitas partes importantes desse filhote que nasceu oficialmente hoje. Inscrito, postado e enviado devidamente, como manda o figurino.
E pensar que a inspiração nasceu de uma experiência recente como professora de artes, contada aqui nesse blog no ano passado. Foi com aquela metamorfose que tive chance de constatar a necessidade de aproveitar a bagagem de todas as manifestações artísticas e culturais encontradas naquela comunidade.
O tema do projeto – ATELIÊ MULTICULTURAL - foi escolhido a partir da observação da tendência positiva destes jovens ao aprendizado de linguagens artísticas, do potencial criativo pouco aproveitado, da condição plena deles em vivenciar novas áreas do conhecimento, fator determinante ao estímulo à pluralidade cultural e ao desenvolvimento humano.
Hoje coloquei nos Correios a proposta que será avaliada por um comitê e quem sabe, em alguns meses, tenho alguma novidade para contar aqui no blog. Estou na contagem regressiva, agora é torcer por um resultado positivo!
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Senado aprova Política Nacional dos Resíduos Sólidos
Por Rogério Ferro, do Instituto Akatu
Foi aprovado pelo plenário do Senado, nesta quarta-feira (7/7), o projeto de lei (PLS 354/89), que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos. Basicamente, a nova lei regula a reciclagem e disciplina o manejo dos resíduos. O projeto segue agora para a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Segundo a Agência Senado, o principal alvo do projeto é “um dos mais sérios problemas do país, que é a ausência de regras para tratamento das 150 mil toneladas de lixo produzidas diariamente nas cidades brasileiras”.
De acordo com dados que embasaram o projeto, do lixo produzido no Brasil, 59% vão para os "lixões". Apenas 13% do lixo têm destinação correta, em aterros sanitários. Dos 5.564 municípios brasileiros, apenas 405 tinham serviço de coleta seletiva em 2008.
O projeto de lei foi apresentado na Câmara dos Deputados em 1989 e só começou a ser analisado em 1991. Só neste ano, foi aprovado e enviado ao Senado, onde passou pelas comissões de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), Assuntos Econômicos (CAE), Assuntos Sociais (CAS) e Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA), antes da aprovação em plenário.
“Estamos vivendo um momento histórico. Este projeto mostra a importância do meio ambiente e procura resolver o maior problema ambiental do país hoje que é esta questão dos resíduos sólidos”, disse a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, que acompanhou a votação.
Para o senador César Borges (PR-BA), relator do projeto no Senado, o objetivo da proposta é reduzir a geração de resíduos, incentivar a reciclagem e determinar o que fazer com o lixo remanescente.
“Hoje você tem legislações diversas nos estados e nos municípios. Agora, teremos diretrizes gerais para disciplinar o manejo”, afirmou.
André Vilhena, diretor executivo do Compromisso Empresarial para Reciclagem (Cempre), declarou que a proposta é um ganho para o país, pois, está de acordo com os anseios da população brasileira.
O executivo se mostrou otimista em relação à implementação da lei. “Boa parte das medidas já se verificam no Brasil. Existem, por exemplo, empresas proativas que já fazem a logística reversa. A tendência agora é vermos uma massificação dessa tendência”.
Leia a noticia na íntegra: http://www.akatu.org.br/central/especiais/2010/senado-aprova-politica-nacional-dos-residuos-solidos-1
Notícia do site http://www.akatu.org.br/
domingo, 25 de julho de 2010
MOSTRA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL
sexta-feira, 16 de julho de 2010
A ÁGUA E O DESPERDÍCIO DE ALIMENTOS

- Ao escovar os dentes e se barbear, manter a torneira fechada;
- Fechar a torneira enquanto ensaboar as louças e talheres;
- Usar a máquina de lavar roupas na capacidade máxima;
- Não deixar que ocorram vazamentos em encanamentos dentro da residência;
- Manter a válvula de descarga sempre regulada;
- Reutilizar a água sempre que possível;
- Usar vassoura para varrer o chão e não a água da mangueira;
- Lavar o carro com balde ao invés de mangueira.
Isso é de extrema importância e todos temos que continuar a propagar estas dicas. Porém isto é só a ponta do iceberg. Segundo dados relatados pela Onu, o destino da água doce usada pela humanidade está dividido da seguinte maneira: 8% doméstico; 22% indústria; 70% agricultura.
Significa, portanto, que desperdício de água ainda é muito maior quando há desperdício de alimentos. Este quadro mostra a quantidade de água utilizada para obter cada produto, ou seja, o valor hídrico de cada coisa:
1 quilo de açúcar - 100 litros de água
1 xícara de café - 140 litros de água
1 ovo - 200 litros de água
1 quilo de arroz - 2.400 litros de água
1 quilo de frango - 6.000 litros de água
1 quilo de carne - 15.000 litros de água
Mais alguns dados relevantes - Atualmente, das 10 mil toneladas de produtos que entram diariamente no CEAGESP, 1% (100 toneladas) vai para o lixo, isto significa 100 mil kg/dia, sendo que entre 30% e 50% do lixo é composto de alimento próprio para o consumo.[1] Aproximadamente 64% do que se planta no Brasil é perdido ao longo da cadeia produtiva: 20% na colheita, 8% no transporte e armazenamento, 15% na indústria de processamento, 1% no varejo e 20% no processamento culinário e hábitos alimentares.[2] Uma casa brasileira desperdiça, em média, 20% dos alimentos que compra semanalmente. Isso significa uma perda de US$ 1 bilhão por ano, ou o suficiente para alimentar 500 mil famílias.[3] Nas feiras livres do Estado de São Paulo mais de 1.000 toneladas de produtos alimentícios vão para o lixo todos os dias.[4]
Tenho até medo de fazer as contas para ver o quanto alguns desses itens dá em litros de água. Medo e vergonha!
Então, antes de ir ao mercado ou a feira sem uma boa lista do que realmente precisa, antes de ir ao restaurante e se empolgar com todas aquelas comidas gostosas que você não aguenta comer, antes de tirar aqueles alimentos velhos que estragam na geladeira, antes de jogar o resto de café todo santo dia na sua casa, pense em quanto de água você está desperdiçando, além do próprio alimento em si. Vamos começar a fazer essa conta?
[1] Fonte: Central de Abastecimento para o Estado de São Paulo. [2] Fonte: Caderno temático “A nutrição e o consumo consciente” do Instituto Akatu (2003). [3] Fonte: Akatu, 2004. [4] Fonte: FAO – ONU, citado pelo livro do Mesa São Paulo – Ação contra fome e o desperdício
quinta-feira, 8 de julho de 2010
Dica: Notícias do Akatu / Sustentabilidade

Dado é do relatório "Estado do Mundo - 2010"; versão em português já está disponível em PDF.
O Instituto Akatu e o Worldwatch Institute (WWI), organização com sede em Washington, lançaram na manhã de quarta-feira (30/6), a versão em português do relatório “Estado do Mundo – 2010”. O documento é uma das mais importantes publicações periódicas mundiais sobre sustentabilidade.
Clique aqui para baixar o arquivo na íntegra.Produzido pelo WWI, o “Estado do Mundo” traz anualmente um balanço com números atualizados e reflexões sobre as questões ambientais. Este ano, em parceria com a WWI, o Akatu fez a tradução do documento para o português. Leia a notícia na íntegra.
quarta-feira, 23 de junho de 2010
A HERMENÊUTICA E A EDUCAÇÃO AMBIENTAL

Bem ao contrário de uma possível visão objetivista de interpretação, onde interpretar o ambiente seria captá-lo em sua realidade, descrever suas leis, mecanismos e funcionamento, a abordagem hermenêutica busca evidenciar os horizontes de sentidos histórico-culturais que configuram as relações com o meio ambiente para uma determinada comunidade humana e num tempo específico e, com isto, abandonar um conceito "realista" ou "naturalista" de ambiente, onde este é reduzido as suas condições e leis físicas de funcionamento.
Ao adotarmos uma perspectiva interpretativa hermenêutica na Educação Ambiental, esta passa a operar com um conceito de ambiente constituído como realidade linguística, passível de diversas leituras. A "realidade ambiental", neste caso, não se distingue da realidade da interpretação ambiental e é dentro deste repertório de sentidos sociais que pode-se acionar ênfases e construir uma via compreensiva no campo complexo das relações entre natureza e sociedade.
O papel do educador, diante da perspectiva hermenêutica, poderia ser pensado como o de um "intérprete" dos nexos que produzem os diferentes sentidos ambientais em nossa sociedade. Ou ainda, um intérprete das interpretações. A hermenêutica prefere a noção de “sentido” a de “verdade”. Pelo pressuposto hermenêutico não existiria “a verdade” no singular, pois muitas são as formas de conceber o mundo, produzindo sentidos culturais diversos. Que tal pensarmos nessa opção epistemológica para a Educação Ambiental Contemporânea e o papel do educador ambiental em tudo isso?
[1] Orientação filosófica que toma a interpretação como fundamento da compreensão do mundo e produção de conhecimento.
[2] Este texto é parte do meu estudo do curso especialização em Educação Ambiental concluído em 2008.
sábado, 5 de junho de 2010
O DIA DO MEIO AMBIENTE

Que o Dia do Meio Ambiente possa ser pensado além do verde, além da mata, além da fauna e da flora... que nesse dia possamos pensar em todos os meios ambientes, principalmente naquele em que vivemos. Que possamos plantar cordialidade, tolerância, generosidade, gentileza, amor ao próximo...
Que consigamos ir além, pois de nada adianta plantar mudas de árvores e flores se não conseguimos nem ser educados com nossos vizinhos ou se por diversas desculpas que arrumamos ainda não separamos o lixo em nossa casa, não usamos com moderação água e energia. Ou ainda se o nosso impulso consumista é muito maior que nosso impulso em preservar nosso Planeta Terra.
É um dia importante para refletirmos que podemos nos comprometer mais com pequenas mudanças em nossa rotina. Vamos plantar essa idéia?!
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Reflexões sobre o lixo

Show fantástico, tudo lindo, parque limpo. Nota 10!
terça-feira, 11 de maio de 2010
Mostre que sua empresa é responsável!

Neste ano o encontro terá como foco ações em prol do cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio da Organização das Nações Unidas (ONU), metas estas pactuadas pelo Brasil e por outros 190 países membros das Nações Unidas para melhorar indicadores sociais, ambientais e econômicos.
Vale relembrar que existem 8 Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, 18 Metas e mais de 40 Indicadores que descrevem o que é necessário ser feito para reduzir a pobreza e atingir o desenvolvimento sustentável em 25 anos, de 1990 a 2015.
Estão abertas inscrições para apresentação de cases de sucesso para a Mostra de Responsabilidade. O prazo para entrega é até o dia 31 de maio de 2010 para avaliação do Comitê que irá selecionar os que serão apresentados durante a Mostra que está prevista para acontecer de 24 a 26 de agosto. Os cases devem se enquadrar nas seguintes categorias:
- Meio ambiente;
- Nova economia;
- Sustentabilidade;
- Cultura;
- Inclusão de minorias;
- Saúde;
- Educação;
- Qualidade de vida;
- Responsabilidade social;
- Cooperativismo;
- Diversidade e/ou gestão de pessoas.
Inscrevam-se e boa sorte!
quinta-feira, 15 de abril de 2010
INFORMA AÇÃO?

E o pior é que todo dia aparece um ESPECIALISTA nestes noticiários para dar uma SOLUÇÃO para o caos instalado, todo dia aparecem reportagens sensacionalistas com pessoas gritando e chorando porque a casa foi engolida pelo morro, imagens de vítimas retiradas da lama, imagens do poder público se justificando, de técnicos com suas práticas em teorias, de acadêmicos com suas teses pouco didáticas para a população, cada qual puxando a sardinha para seu lado.
Da forma como são colocadas as informações por esses vários especialistas, o que fica evidente para mim é que a desordem (ou idéia de caos) é o pano de fundo dos meios de comunicação para não se discutir o real valor das "causas" desse tipo de ocupação em áreas de risco, e não as "consequências" - independente de classe ou renda (tem casa de bacana pendurada no morro também). O que não se fala na TV é o quanto essa "não discussão" precariza ainda mais as condições de viabilizar condições mínimas nas grandes cidades.
Os acadêmicos tem a teoria, os técnicos tem a prática, o poder público tem o orçamento específico destinado e o dever de fiscalizar, a população tem informação suficiente para saber sobre os riscos em que coloca sua vida, os órgãos de comunicação tem como alertar sobre como prevenir essas situações... ou seja, nessa história ninguém é santo ou demônio. Quando que cada um vai assumir seu papel? Assumir sua parcela de responsabilidade para que ninguém mais tenha que pagar com a vida, agir preventivamente para que tragédias (previsíveis, diga-se de passagens) como estas não ocorram mais, agir para que nossos morros e matas não sofram ainda mais desmatamento e desrespeito?
O que deveria (e DEVE) ocorrer é trabalho o coletivo dessas várias frentes. Trabalhar JUNTOS para que não precisem chegar SEPARADOS em entrevistas e reportagens para cada um dar a sua versão do que "poderia ter sido" e não foi!
terça-feira, 23 de março de 2010
COLETA SELETIVA NA ESCOLA

Me assombra a cada vez que ouço alguém dizer: Estou fazendo um projetinho de Coleta Seletiva para a escola, vou colocar as lixeiras coloridas e fazer uma campanha com os alunos! Geralmente eu tento, da maneira mais sutil, alertar que não dá pra ser SÓ um projetinho do ano vigente a ser implantado e fim. Para que a coleta seletiva vingue na escola e se torne um hábito entre os que lá estão e frequentam é necessário um trabalho maior e anterior, que precede até a própria ideia das lixeiras coloridas.
No ano passado, em uma oficina para 42 professores da rede municipal de uma cidade vizinha, cujo tema era EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA ESCOLA aconteceu um fato curioso que ilustra bem o assunto de hoje. Antes de iniciar minhas atividades costumo perguntar o que as pessoas esperam do encontro e nesta ocasião, quando eu perguntei a expectativa de cada um cerca de 95% externaram que estavam lá porque pretendiam implantar um projeto de coleta seletiva na escola.
Porém, quando comecei o trabalho de “descobrir” a inclinação ambientalista e ecológica do grupo pude constatar que NENHUM deles fazia a coleta em casa (e nesta cidade há coleta seletiva porta a porta em todo município). As desculpas para a não adesão a coleta seletiva na própria casa eram as mais variadas como: falta de interesse e de apoio dos familiares, falta de local para acondicionar os diversos materiais, falta de costume e dificuldade em separar e limpar os recicláveis... e por aí foi.
Ora, se em casa havia todo o tipo de empecilho imagine na escola. No caso desses professores, a escola seria como ter a sua casa numa versão maior, com dificuldades multiplicadas pelos metros quadrados e seres humanos que lá convivem. E ainda com a agravante de terem num mesmo ambiente diversos tipos de pessoas com suas culturas, idades, vivências, famílias, hábitos etc.
Sei que isso logo no início foi um balde de água fria, mas no decorrer os ajudou a pensar em conjunto em alguns caminhos a serem seguidos para que apontassem pontos importantes para que o projeto não afundasse antes de ser iniciado. As reflexões foram: como fazer a família reduzir o consumo, como convencê-los a aproveitar mais e melhor o que se adquire e como incentivá-los a separar TODO o resíduo possível para a reciclagem pensando na gestão desse material em casa (limpar, separar, acondicionar, transportar...). Foi uma boa estratégia para se pensar como abordar o mesmo assunto de forma coerente e didática na escola pensando num universo maior: a direção, os funcionários administrativos, professores, pessoal da limpeza, cozinha, cantina, caseiro e, por fim, os alunos.
Aqueles professores que pensaram em sair de lá com uma solução foram embora com uma missão: a de pensar em um pré-projeto que preparasse cada escola para receber esta responsabilidade, criando condições dos grupos refletirem e opinarem, descobrindo maneiras das ações se integrarem ao cotidiano escolar de forma efetiva e prazerosa. Reflexão antes da ação, sempre!
quinta-feira, 11 de março de 2010
CRIANÇA E CONSUMO

Acontece na próxima semana o 3º Fórum Internacional Criança e Consumo na cidade de São Paulo. Esse tema me instiga, me provoca e, muitas vezes, me aborrece.
Me instiga e me provoca porque sou mãe de um menino de 8 anos de idade e percebo que mesmo exposto uma “tsunami” de propagandas em canais de TV a cabo, lojas, shoppings, mercados e “tendências” expostas pelos colegas da escola ele não tem o impulso consumista que a maioria das crianças de sua idade tem. Daí concluo que os pais têm grande responsabilidade no consumismo infantil.
Desde pequeno nós conversamos sobre o ato de consumir, fazemos perguntinhas simples que nos ajudam a definir uma compra: EU PRECISO DISTO? ISTO VALE O PREÇO QUE ESTÃO COBRANDO? COMO E ONDE ISSO FOI FABRICADO? Sempre tentei abarcar os aspectos ambientais, econômicos e sociais de forma didática e simples.
Ontem, no supermercado perguntei: Você quer um ovo de páscoa filho? Ele respondeu: Não, está muito caro. A moça ao lado sorriu constrangida: Nossa, uma criança rejeitar um ovo de páscoa!? Compramos uma barra grande ele foi embora feliz por um terço do preço, com a mesma quantidade da mesma marca de chocolate.
São perguntinhas tão singelas e que geram uma reflexão enorme, ponderação que hoje em dia a maioria dos pais não sabe fazer, o que dirá ensinar. Questionar o consumo, o ter por ter, ou ter porque todo mundo tem, o valor das coisas sob diversos aspectos ajuda a criança a pensar a respeito do que ela realmente necessita para se sentir segura.
E tem mais, a idéia de que ela não precisa “ter” tudo para ser aceita ou se sentir bem a fará entrar em contato com valores e princípios éticos que serão a base de seu comportamento como adulto. Saber argumentar, saber pensar e refletir são atitudes que são aprendidas ao longo da infância e adolescência, não dá para comprar em alguma loja do shopping center mais próximo.
E por fim, me aborrece porque esse ímpeto consumista desvia a criança de um direito que todas elas tem que é o DIREITO DE BRINCAR. As brincadeiras são essenciais para estimular a criatividade e socialização desses pequeninos seres em desenvolvimento. É um dever dos pais e direcionar a energia da criança para brincadeiras criativas, essenciais ao desenvolvimento humano saudável, tanto quanto ensiná-las a consumir com responsabilidade. E a escola pode ser uma grande parceira nesta caminhada!
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
DE FÉRIAS

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
OS 3 ERRES DA MOCHILA SUSTENTÁVEL

O primeiro R é o de REDUZIR
Conforme orientação do Procom, “a escola não pode: solicitar a compra de materiais de uso coletivo, tais como material de higiene e limpeza ou taxas para suprir despesas com água, luz e telefone; exigir a aquisição de produtos de marca específica; ou determinar a loja ou livraria onde o material deve ser”.
Ao receber a lista verifique se todos os itens são realmente necessários. De minha parte, eu questiono quando recebo uma lista que pede, por exemplo, três tubos de cola grande. Num caso como este, eu mandaria um tubo de cola. Ao seu término, compraria e enviaria o outro. E se necessário enviaria um terceiro.
As folhas de papel sulfite e rolos de barbante e dupla face por aluno também me geram dúvidas. Numa classe com 20 alunos será que seriam necessários 20 rolos fita dupla-face? Ou 20 rolos de barbante para o ano? Eu acho que não, a não ser que haja na escola uma atividade de confecção de tapete artesanal...
O segundo R é o de REUTILIZAR
Muitos dos materiais, utilizados no ano anterior, podem facilmente ser reutilizados: mochila, pastas, estojos, lápis de cor, canetas, apontador, régua, borracha, cola e até alguns cadernos que não foram totalmente aproveitados.
No meu caso, depois de reduzir a lista eu sento com o meu filho (que cursará o terceiro ano) e falo sobre reutilizar seus materiais que ainda estão bons e sobre o impacto positivo que essa ação terá sobre o futuro dele e de outras pessoas. E como nos outros anos, nós separamos as coisas que estão em bom estado e retiramos da lista de materiais a comprar.
O terceiro R é o de RESISTIR
Sobra pouca coisa na lista e mesmo assim considero esse terceiro e ultimo R o mais difícil, que é o resistir.
Resistir aos apelos da publicidade nos dizendo que o material mais sofisticado é o de melhor qualidade ou o mais adequado, resistir aos apelos dos filhos que imploram por mercadorias com personagens da TV e cinema que chegam a custar até 3 vezes mais caro do que os produtos similares genéricos, resistir ao impulso de querer comprar o mais bonito sem saber se é também mais funcional...
Nesta parte eu negocio com meu filho a compra dos genéricos e algumas cartelas de adesivos de personagens, para que ele decore tudo a sua maneira, customizando até o lápis de cor quando sobram adesivos. Ele adora e os amigos sempre perguntam onde ele comprou aquele caderno tão “maneiro”.
Segundo reportagem do Instituto Akatu, “explicar os impactos negativos e os positivos de cada opção, de maneira que o estudante entenda o porquê de cada escolha, facilita negociar. E ouvir o que o jovem tem a dizer é a garantia de que o diálogo está sendo estabelecido. Dessa forma, os pais podem ajudá-los a desenvolver uma relação mais saudável com o ato de consumo, desde a infância”. Então RESISTAM e ensinem as crianças a fazer o mesmo, rs.
A ESCOLA - Algumas boas escolas particulares já estão na dianteira no combate ao desperdício de material escolar e isso significa que o que está em jogo não é só o valor monetário gasto com o material, mas também a preocupação em diminuir o impacto negativo no meio ambiente.
Se a escola explicar ao pai que, reduzindo a lista e incentivando a reutilização de materiais em bom estado, ele estará reduzindo a utilização de matérias-primas, água e energia na fabricação dos materiais (e consequentemente, colaborando com a preservação do planeta onde todos nós moramos), terá clientes/pais mais satisfeitos e sensibilizados.
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
FALTA SÓ A SUA PARTE...

Participei hoje do primeiro dia de uma oficina de mosaico que acontecerá durante a semana. Esses mosaicos serão feitos pelo grupo do Projeto Jovens Lideranças Ambientais que é formado por adolescentes moradores do Conjunto Habitacional Prestes Maia em Santo André-SP, localizado ao lado da cadeia da cidade. Esses mosaicos farão parte, além dos vários espaços do conjunto, do muro que separa o chamado “cadeião” do lugar em que estes jovens moram.
Hoje houve uma aula para que eles entendam a arte do mosaico e afinem os conceitos de muro, meio ambiente e cidadania antes de colocarem a mão na massa. Foi uma bela aula com reflexões acerca dos muros que separam as pessoas. Não somente os muros físicos, aqueles podemos ver e tocar, como também os muros do preconceito e da falta de iniciativa que estão arraigados em muitos de nós.
Essa é uma iniciativa louvável que se deu com o empenho e dedicação de um casal morador deste conjunto e, com o passar do tempo e a colaboração de outras pessoas tomou forma, começou a engatinhar e agora já dá seus primeiros passos. O projeto é muito maior do que essa ação que eu estou participando, mas achei bacana colocar aqui para todo mundo ver que as grandes ações nascem pequeninas e podem crescer, é só não desanimar. Digo isso porque lidar com os seres humanos, com a diferença, com a diversidade nunca é fácil, porém é imprescindível para que haja a mudança.
Muito de meus seguidores e amigos, e gente de todo lado nos blogs em que participo sempre me perguntam: O que eu posso fazer para, de fato, mudar alguma coisa para melhor? Qual a receita, qual o projeto, qual o modelo a seguir? E se eu não tiver ninguém para me ajudar??? Eu nunca tenho a resposta ideal para cada um, mas digo que sempre há algo para se fazer. E friso: o importante não é o tamanho da ação, mas a dedicação com a qual você se dispõe a praticá-la.
Termino com uma frase que eu a-do–ro e se aplica a todos nós, cidadãos preocupados em deixar este mundão gigante um pouco melhor: “Ninguém comete erro maior do que não fazer nada porque só pode fazer um pouco”. Edmund Burke (1729 - 1797).