
Ah se o lixo evaporasse... feito mágica...
Tem gente que acredita que todos os resíduos evaporam a partir do momento que saem da porta de suas casas. Outras que acham que isso não é um “problema seu”, pois pagam impostos e que “se virem” para dar destinos a eles... e blá, blá, blá, blá, blá, blá...
Acontece que o lixo não evapora!!! E É UM “PROBLEMA SEU” SIM!!!!
É um problema seu, meu, de todos nós. O resíduo que sobra é fruto de um algo que adquirimos, essa é que é verdade. Enquanto não nos dermos conta disto, não nos responsabilizaremos por ele, pela parte que já “não interessa mais” a nós. Sei que a destinação dos resíduos é um elemento dificultador. Ou seja, mesmo para aqueles que já foram “tocados” pela responsabilidade sobre seu lixo, ainda faltam políticas públicas, iniciativas privadas e organização social suficientes para dar conta do recado. É aí que mora o maior perigo: o da desmotivação. Não podemos sucumbir minha gente, por favor!!!
Tem gente que acredita que todos os resíduos evaporam a partir do momento que saem da porta de suas casas. Outras que acham que isso não é um “problema seu”, pois pagam impostos e que “se virem” para dar destinos a eles... e blá, blá, blá, blá, blá, blá...
Acontece que o lixo não evapora!!! E É UM “PROBLEMA SEU” SIM!!!!
É um problema seu, meu, de todos nós. O resíduo que sobra é fruto de um algo que adquirimos, essa é que é verdade. Enquanto não nos dermos conta disto, não nos responsabilizaremos por ele, pela parte que já “não interessa mais” a nós. Sei que a destinação dos resíduos é um elemento dificultador. Ou seja, mesmo para aqueles que já foram “tocados” pela responsabilidade sobre seu lixo, ainda faltam políticas públicas, iniciativas privadas e organização social suficientes para dar conta do recado. É aí que mora o maior perigo: o da desmotivação. Não podemos sucumbir minha gente, por favor!!!
Vou dar um exemplo, EU MESMA (e minha família). Hoje nós conseguimos controlar o consumo de água e energia, comprar poucos produtos no mercado e escolher os que levam menos embalagens, utilizar tudo até o final, não desperdiçar alimentos perecíveis, separar TODO o resíduo proveniente de nosso uso, doar coisas em bom estado que não utilizamos mais e por aí afora. Mas confesso, chegar até esse nível não foi fácil, foram anos de erros e acertos. Eu sofria porque não conseguia convencer a família. E para piorar não conseguia organizar essa bagunça. Nem sabia o que fazer com montes de recicláveis e me sentia horrível por isso.
Então... aos poucos, fui descobrindo que sofrer não era parte do pacote. Eu comecei a descobrir maneiras de fazer isso tudo fazer parte do dia-a-dia. Que foi virando hábito da família, que foi virando estilo de vida e hoje tudo é muito natural para nós. Cada um tem que encontrar seu modo, não existe fórmula. Esse é o primeiro passo. O que ainda faltava para nós era descobrir o que fazer com tudo o que sobrava. O que fazer quando esse resíduo tinha que atravessar o portão da nossa casa, visto que na cidade em que moro não havia e nem há coleta seletiva (ainda) e nem cooperativas organizadas...
Hoje eu separo o que posso e levo para cooperativas da cidade vizinha (encho o meu porta-malas e levo até um posto de coleta), e mesmo sabendo que estatisticamente muito pouco é aproveitado, continuo firme e forte no meu propósito. Minha mãe separa para um catador o que lhe interessa, outros conhecidos levam determinados produtos aos mercados que fazem coleta seletiva. E é assim, aos poucos, encontrando maneiras que eu creio que se as pessoas começarem a se responsabilizar pelo seus resíduos sem esperar benefícios monetários ou qualquer outra coisa em troca é que as políticas públicas surgirão, motivando também as iniciativas privadas e outras organizações sociais que possam se beneficiar e beneficiar a cidade e as futuras gerações.
Então vamos pensar no assunto com carinho, começando por não desperdiçar, comprar somente o necessário, dar destino adequado ao que não nos interessa mais... e sem sofrer. Separando os resíduos ao menos entre reciclável e não reciclável...
Uma coisa disso tudo é certa: O LIXO QUE EVAPORA ainda não foi inventado. E se fosse comprometeria ainda mais a camada de ozônio e aumentaria o aquecimento global... então não refrescaria (literalmente) nada, rs!
Começar é urgente, continuar é consequência e manter este estilo de vida logo, logo será inevitável!
Uma coisa disso tudo é certa: O LIXO QUE EVAPORA ainda não foi inventado. E se fosse comprometeria ainda mais a camada de ozônio e aumentaria o aquecimento global... então não refrescaria (literalmente) nada, rs!
Começar é urgente, continuar é consequência e manter este estilo de vida logo, logo será inevitável!